Desta vez, resolvi falar escrever sobre um assunto muito discutido nesses últimos tempos, a opinião partidária , o Brasil está fraco? Ainda há esperanças? São todos farinha do mesmo saco? É o assunto do texto de hoje.
Tenho treze anos e estou tentando entender a política, então, já ouvi várias vezes "logo nesse cara você vota?", " você vai apoiar um viciado, ou essa guerrilheira?" Na verdade, nenhum dos dois! Resolvi apoiar o PSOL em tudo, exceto no senado, no qual eles não concorriam. Chegou o segundo turno, e as perguntas se transformaram em um tapa no ouvido no meio da saída da escola dado por um amigo, adesivos de candidatos amassados e rasgados, e tudo isso se resultou em apenas uma voz me falando: Você prefere o almofadinha ou a guerrilheira? Foram três semanas com três ideias diferentes: A primeira: Nulo, a segunda: Talvez o Aécio, e a terceira: Lula e Dilma, mas no fim, não estava nem aí para os dois, queria apenas o Brasil com poucos problemas.
Depois das eleições não tinha jeito, o PSOL me abraçou de vez, gostei deles! Mandei e-mail para o Ivan Valente, tentei visitar a sede do PSOL, curti os principais membros do partido, foi só festa, até chegar o ano novo, onde viajei para a capital, a grande Brasília, onde tinha a posse da nossa presidenta Dilma Roussef, que resolvi ir até lá para dar uma olhada, sem nenhum apoio, só por diversão, porém quando vi já tinha ganho uma bandeira da Dilma e já me sentia em casa, e foi aí que percebi o quanto um partido grande é mais do que uma sede com vários candidatos, um partido grande é a vida de muitos, o desastre de outros, é uma torcida organizada, é um time de futebol, e fui aí que percebi que era melhor ficar em um partido pequeno filiado por socialistas que não são nem petralhas e nem tucanalhas, por isso não sou nem Dilma nem Aécio, sou o que eu acho que seja a melhor opção, ainda vou mudar, talvez em 2018 eu vote no Lula, ou talvez no Aécio, política é um pura imprevisão!
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