quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

A OPINIÃO

Desta vez, resolvi falar escrever sobre um assunto muito discutido nesses últimos tempos, a opinião partidária , o  Brasil está fraco? Ainda há  esperanças? São todos farinha do mesmo saco? É o assunto do texto de hoje.
      Tenho treze anos e estou tentando entender a política, então, já ouvi várias vezes "logo nesse cara você vota?", " você vai apoiar um viciado, ou essa guerrilheira?" Na verdade, nenhum dos dois! Resolvi apoiar o PSOL em tudo, exceto no senado, no qual eles não concorriam. Chegou o segundo turno, e as perguntas se transformaram em um tapa no ouvido no meio da saída da escola dado por um amigo, adesivos de candidatos amassados e rasgados, e tudo isso se resultou em apenas uma voz me falando: Você prefere o almofadinha ou a guerrilheira? Foram três semanas com três ideias diferentes: A primeira: Nulo, a segunda: Talvez o Aécio, e a terceira: Lula e Dilma, mas no fim, não estava nem aí para os dois, queria apenas o Brasil com poucos problemas.
           Depois das eleições não tinha jeito, o PSOL me abraçou de vez, gostei deles! Mandei e-mail para o Ivan  Valente, tentei visitar a sede do PSOL, curti os principais membros do partido, foi só festa, até chegar o ano novo, onde viajei para a capital, a grande Brasília, onde tinha a posse da nossa presidenta Dilma Roussef, que resolvi ir até lá para dar uma olhada, sem nenhum apoio, só por diversão, porém quando vi já tinha ganho uma bandeira da Dilma e já me sentia em casa, e foi aí que percebi o quanto um partido grande é mais do que uma sede com vários candidatos, um partido grande é a vida de muitos, o desastre de outros, é uma torcida organizada, é um time de futebol, e fui aí que percebi que era melhor ficar em um partido pequeno filiado por socialistas que não são nem petralhas e nem tucanalhas, por isso não sou nem Dilma nem Aécio, sou o que eu acho que seja a melhor opção, ainda vou mudar, talvez em 2018 eu vote no Lula, ou talvez no Aécio, política é um pura imprevisão!
         

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

O MEU FANATISMO

O meu time é lindo! O meu time é o maior! O meu time é o melhor! O meu time é o dono! O meu time é o campeão! Meu time construiu! Meu time ganhou! O torcedor está cada vez mais arrogante e agressivo, sempre que passa por qualquer lugar, seja num bar ou em um zoo, você sempre perceberá o fanatismo de um torcedor.
        Porém há coisas piores que isso, pois esse fanatismo que já era um problema médio, agora virou um problema racista, preconceituoso e muito frequentemente violento, além disso, o que era para ser uma briga de um simples time pode resultar em brigas políticas, brigas religiosas e assim por diante.
             Esse fanatismo por time já era conhecido, mas só depois que percebi que o fanatismo político aumentou muito (pois o religioso já é muito antigo), e esses três fanatismos acontecem muito no Brasil, sim, aquele que, segundo Jorge Ben é um país tropical abençoado por Deus agora é um país tropical comandado por fanáticos! Eu não me refiro a presidenta, mas sim ao fanatismo futebolístico e ao político também, eu nunca vi pessoas se confrontarem por causa de dois indivíduos que são apenas adversários e logo um será presidente e o outro que era um político ''inimigo'' virará ministro ou o braço-direito do então presidente ou presidenta.
               NÃO BRIGUE, SUA OPINIÃO NÃO É A ÚNICA!